terça-feira, 1 de novembro de 2011

Uma feia alternativa, que nem alternativa é (..)

  Era uma vez uma menina, que foi avisada da melhor maneira possível, pelas melhores pessoas que ela tinha na sua vida de que o amor magoa e deixa marca,  mas mesmo assim ela continuou cega de amor por alguém que não merecia, que lhe mentia e que lhe desfazia a alma em bocados cada vez mais pequenos.
   Ninguém soube reconstruir o coração dela, por mais que o tempo passasse tudo parecia igual na cabeça da menina, por mais avisos que tenha recebido esqueceram-se de lhe contar que quando se ama alguém e esse alguém nos deixa mal o melhor é deixar de amar essa pessoa, pensando bem talvez lhe tenham contado isto, mas o que falhou mesmo é como? Como é que esquece quem se ama?
  Sem saber o que fazer e completamente destruída a menina foi passear pela ponte, tinha uma vista linda, as luzes dos carros que passavam davam à noite outro sabor, mas mesmo assim ela continuava desanimada, sem vontade se continuar o passeio. Pensou na família e nos amigos verdadeiros e o quanto eles lutavam pela sua felicidade, mas ela já não tinha concerto possível, estava destroçada e o mais estúpido é que ainda o amava. 
 Quando viu que ninguém estava a ver sentou-se no corrimão de pedra da ponte e pós as perna para fora, esteve assim minutos ou horas ela tinha perdido a noção do tempo. Não conseguia chorar, já não tinha lágrimas apenas um aperto no peito, ela olhou para baixo e começou a contar de 0 a 10 e (...)


Podemos lutar, espernear contra tudo e contra todos mas não podemos vencer um coração partido (..) não há remédio que cure tal coisa. Mas o fim desta história não conta como solução apenas como uma feia alternativa que nem alternativa é. Entendem? 

2 comentários:

  1. Entendo perfeitamente, é transparente como a água.

    M'

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Isto é como no Face é só meter GOSTO (!) :b