domingo, 31 de março de 2013

Momentos #11


Aquele momento em que estás tão cansado/a que já não consegues fazer qualquer sentido.


sábado, 30 de março de 2013

F**k you MUNDO !


No mundo existem várias situações para as quais não estamos preparados,  e são as piores e as situações que nunca vamos esquecer por mais que os anos passem. Quando isso acontece grito ao mundo o quando o odeio, o quanto ele está a magoar me e tenho um monologo sobre injustiça e baixas expectativas sobre a existência da nossa raça. 

E no fim para que o mundo perceba bem a minha perspectiva faço um gesto assim:




Ser feliz vs Ser normal


Há dias que o meu futuro é incerto e a fina linha que separa o meu dever como um ser humano normal e o que eu quero realmente fazer da vida é esborratada por uma lágrima de esperança perdida. 

Quando somos pequenos queremos ter várias profissões tais como ser veterinários,  bombeiros ou médicos, mas como eu nunca fui uma criança normal e sonhava fugir dos padrões da sociedade as profissões que eu queria ter não eram normais. Como por exemplo, quando eu tinha 14 anos queria ser caçadora de vampiros, aos 16 queria ser médica legista e agora quero ser escritora, mas mais uma vez o mundo deu me uma estalada de realidade pura e dura. 

Eu sei que aos 14 era influenciada pela Buffy e que ao 16 estava a ser influenciada pelas series criminais como o C.S.I, só que agora é diferente porque a influencia é totalmente minha, sei que posso parecer um pouco idiota, mas até tenho jeito para as palavra, e tenho uma imaginação muito grande, acreditem, e escrever é a única coisa que me mantêm ao de cima quando eu vejo o resto ir a baixo.

Mas a falta de coragem para dizer meus pais que encontrei o que me faz feliz e que não quero seguir turismo  ou outra coisa qualquer deixa-me reprimida e muito mas mesmo muito mal humorada comigo mesma.

Já para não falar na economia e como isso pode arruinar o sonho da minha vida.






 

domingo, 24 de março de 2013

Momentos #10


Aquele momento em que sabes que vais ouvir algo interessante. 

A frustração que o subconsciente me deu.


Ninguém me contou que a certa altura as respostas de outros não iam chegar para poder descansar a minha cabeça durante a noite. Ontem tomei conhecimento de coisas que deviam chegar para por o meu único assunto pendente de volta na caixa que diz "PASSADO", mas não foi isso que aconteceu, eu fiquei com mais perguntas, com duvidas e infelizmente com vontade de falar contigo. 

Visto isto a minha imaginativa cabeça decidiu que eu tinha que ter esta conversa enquanto o meu corpo cansado e um pouco dormente descansava. E a conversa correu desta maneira:

És feliz com ela a teu lado?
...
Tu ama-la? 
...
Espero que um dia não te arrependas de nada como eu me arrependi de te ter deixado fugir. Eu ainda gosto de ti se não mais do que te lembras, sabes onde me encontrar se algum dia precisares de alguma coisa. 

E depois o sonho acabou, acordei com má disposição e com uma dor no peito por não ter ouvido as respostas que estavas a dar-me, mesmo que visse a tua boca a mexer.

Obrigado subconsciente por me torturares mais que ajudas.

segunda-feira, 18 de março de 2013

O meu coração devia ter bom senso.

Por mais que tente ainda me pesa o coração quando penso que possas estar mal, ou que estejas infeliz  seria fácil perguntar como estás mas ao mesmo tempo seria um pesadelo as consequências dessa simples pergunta. Este amor está entranhado em mim, já começou a apodrecer com o tempo mas parece não querer sair do seu lugar, seria uma rapariga livre se isso acontecesse. 

Toda a gente pensa que eu enterrei te com o meu passado, que já não sofro, mas não é verdade. Tem dias em que és o meu sonho mais colorido e outros apenas um pesadelo que joga com a minha mente, nunca pensei deixar que um amor me matasse aos poucos, mas este esteve quase perto. 




sábado, 16 de março de 2013

Momentos #9



Aquele momento em que não temos força para nada e que ficar na cama é a única coisa que faz sentido no mundo.

terça-feira, 12 de março de 2013

Já não é fácil.

Não é fácil, destruí muito e ganhei pouco.

Escolhi o caminho das mentiras, da dor, ou seja, escolhi o caminho errado, não devia ter dito que era capaz de mover o mundo sozinha. Na verdade só falhei ao tentar, mesmo que o objectivo fosse ser capaz de ver a luz que tanto espero, mas agora choro escondida na escuridão, num canto remoto na minha cabeça. 

Ainda não sei pedir ajuda com facilidade, ainda não sei se quero estar bem, ainda não sei se sou uma pessoa melhor, ainda não sei se consigo lutar contra o que para os outros é normal. Não sei se sou capaz de respirar sem soluçar por não me sentir bem comigo mesma. 

Os pesadelos voltaram, as noites mal dormidas vieram de novo, o mundo já não parece tão fácil como à poucos dias. 

Viver já não é tão fácil 

segunda-feira, 4 de março de 2013

Para a onde?

Há pouco tempo passou me pela cabeça em fugir, mas logo a pergunta que se impõe sempre veio ao de cima: Para a onde? 

No fim do dia por mais que queiramos fugir dos nossos problemas nem que fosse só por 5 segundos, todas as memorias acumuladas até ao dia presente, chegariam em forma de trovão. Podemos fazer birra, dizer que não interessam e que já não contam para nada, que só nos fazem ver o que já não temos e o que amámos, odeio dizer isto mas é o que penso das minhas memorias, até as boas. 

O ponto está, em mesmo que fossemos para a ilha mais remota do planeta não iríamos esquecer o que fomos no passado, mesmo que estejamos longe de todos os gatilhos que possam fazer disparar as memorias melhor que balas. Porque nós somos o próprio gatilho, não só por fazemos parte dessas memorias mas porque os sentimentos nelas só nós os entendemos e sabemos chama-los pelos verdadeiros nomes. 

De tudo o que me lembro o mais difícil esquecer são os sentimentos, as lutas contra nós próprios os erros e a desilusão e muitos destes sentimentos estão pegados as memorias, principalmente a muitas das minhas. 

Escolher entre fugir e ficar, escolho ficar, tenho sempre mais hipóteses de fazer memorias novas, mais bonitas e que brilhem até ofuscar as velhas e feias.




sábado, 2 de março de 2013

Apenas do pior, podemos destingir o que é o melhor.


Já pensei em chamar por ti, já parti tudo a correr atrás de ti, perdi a minha cabeça ao pensar em ti, não há mentalmente e fisicamente mais nada que possa fazer por ti ou por o que penso ainda sentir. Chorei e arranhei metade da minha alma nos espinhos que memorias e arrependimentos possas ter trazido para o meu mundo, não tenho nenhuma esperança que possa agarrar de novo as tuas mãos junto ao meu peito e dizer tudo o que ficou no silencio. 

Sei que esperar por alguém que não vai voltar é estúpido e que se insistir o mundo ao meu redor vai seguir em frente e eu vou ficar aqui, neste mesmo sítio, à espera de um sinal ou dádiva da tua presença. Recordar que erramos só torna o esquecimento mais difícil. 

Mas por mais sozinha e perdida que possa estar, não me arrependo do que fiz ou disse, não me arrependo das escolhas, porque toda a minha curta vida pus na minha cabeça que, temos que lidar com as consequências e que merecemos o pior ou melhor que elas nos tragam. As coisas estão diferentes, o mundo é um lugar onde é imprevisível saber o que está reservado para cada um de nós, temos que nos habituar ao que ele nos mostra e estar atentos ás oportunidades que ele dá. 

Sofrer não está na lista das coisas perfeitas, nem queremos sofrer toda as nossas vidas aqui. Conjugar o que acontece aqui é apenas uma preparação para o que já está escrito no nosso futuro, apenas no presente conheces as maneiras para um futuro melhor. Mas nunca sem dor, a vida, o mundo a dor e a felicidade são um circulo enorme que ninguém sabe girar de maneira a escolher o melhor. 

Apenas do pior, podemos destingir o que é o melhor.